26.8.10

Realidade.

Quanta falsidade, e quanta covardia. Quanto desamor. A ilusão não funcionou. Podemos não saber de tudo, mas sabemos de muitas coisas. Por mais que não pareça. As pessoas não cansam? Por que insistem em continuar falando coisas que não fazem a menor diferença para elas, mas que só acabam magoando as outras quando a realidade é revelada? As coisas passam a não ter mais nenhum sentido quando acreditamos que não há sentido. As pessoas podem tentar fugir do amor, e dizer que ele não é necessário, mas nós sabemos que isso não é verdade.




Essas pessoas precisam ir embora.

19.8.10

O vento voltou.


Palavras minha boca se esqueceu de dizer. Toques de amor, toques de carinho e só solidão esteve aqui. O brilho nos olhos sumiu. Uma confusão dentro de mim surgiu. Amores sofridos, falados, sonhados, realizados, esquecidos, amados... O amor o vento trouxe. E a confiança se instalou dentro dos olhos daqueles que nunca amaram. Surgiu então, todos os outros sentimentos. Angústias, emoções, tristeza, carinho, lágrimas, sofrimento e com o sofrimento o amor foi esquecido. Passaram a acreditar que ele não existia mais. E quanto mais o tempo passava, mais forte o sofrimento e a consequencia dele surgia, era apenas o amor escondido entre todos os outros males. O amor o vento trouxe, o amor o vento levou. Fora esquecido por muitos, lembrados por poucos. E sentidos por todos. O vento nos dá dúvidas. Acreditamos. Amor o vento só nos deixa sentir, sentimos... não sentimos. O vento vai e volta. Mas e o amor? Embora com idas e vindas. Sempre esteve aqui.

13.8.10

Não sinto o chão.

Estou aqui no meu quarto pensando como o amor é tudo e nada ao mesmo tempo.
...Afinal, não podemos perder o costume.







Tudo que realmente queremos, sempre está fora do nosso alcance, só pra nos fazer acreditar que tudo é possível. E no fim, sempre é.

11.8.10

Amando e suportando.

Pensei que quando alguém ama de verdade conseguisse suportar tudo pela pessoa. Mas me enganei, quantas promessas falsas, quantas falhas, quantas lágrimas. E quanto amor! Amor o suficiente pra não suportar tudo, desistir e depois, continuar tentando...

5.8.10

Sonho de inverno.

Lembro-me da vez em que olhava para o céu com a curiosidade de uma criança querendo saber até onde ia aquela beleza. Sentia que eu iria chegar lá algum dia. Sorria ao vê-lo, era um amor platônico, o céu amava-me loucamente, sentia seu poder. E eu, estava iludida. Chorava ao vê-lo nublado, e sorria ao vê-lo azul. Queria ter o poder dele. Eu o amava e ainda amo. Foi então que certa vez, achei que a vida não prestava e fiquei dias sem vê-lo, e assim, ele começou a chorar... Choveu durante dias, e eu não aguentei mais. Fui até a rua em frente a minha casa, e pessoas me observavam. Eu fiquei encharcada, olhei para o céu e disse pra ele que o amava. Quão lindo era e ainda é esse amor. E pouco mais de uma hora depois, percebi que ele havia me escutado. Ele ficou azul, lindo! E eu, voltei a amá-lo novamente. Quando percebi tudo o que queria, eu comecei a voar, voei alto, cada vez mais alto e sempre fui querendo mais. Para ver meu grande amor de perto. Fiz tudo o que queria até encontrá-lo. Lá estava eu, no céu, sonhando, amando, acreditando. Ainda estou, mas não no céu, digo, estou na realidade. Confesso, que ainda amo o céu da mesma forma que o vi pela primeira vez, e ele agora, continua sorrindo todos os dias ao amanhecer. Enquanto eu...Continuo sonhando.